quinta-feira, 28 de maio de 2009

Windows 7 para netbooks será super enxuto



SÃO PAULO - Integradores que testam a versão para netbooks do Windows 7 relatam que a Microsoft impôs várias restrições ao uso de seu novo Windows neste tipo de plataforma.
Oficialmente, a Microsoft afirma que terá seis versões para o novo Windows, em moldes parecidos com o que já existe para o Vista.
A versão Starter, mais limitada, será a liberada para uso em netbooks. De acordo com o jornal australiano Sydney Herald, a principal limitação da versão será liberar o uso simultâneo de no máximo três aplicativos.
A restrição visaria, por um lado, garantir a agilidade do sistema num computador de poucos recursos e, por outro, incentivar a adoção de máquinas mais poderosas, que possam rodar uma versão completa – e mais cara – do Windows 7.
Ainda segundo relato de integradores, para rodar Windows 7 os netbooks deverão ter ao menos 1 GB de RAM e processador de 2 GHz (um só núcleo). O tamanho mínimo da tela seria 10.2 polegadas. O Windows 7 Starter deve substituir em definitivo as licenças do XP que a Microsoft ainda autoriza que sejam vendidas para netbooks.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/windows-7-para-netbooks-sera-super-enxuto-25052009-39.shl

terça-feira, 26 de maio de 2009

Primeiro beta do Office 2010 sai em julho



PowerPoint 2010: a versão online vai permitir visualizar e editar apresentações
O beta do pacote de escritórios da Microsoft será restrito a testadores pré-cadastrados.
A liberação em julho foi confirmada durante o evento TechEd, que aconteceu nos Estados Unidos na semana passada. A Microsoft criou um hotsite na web com um filme publicitário sobre o produto. Nele, é possível se candidatar a participar dos testes desse primeiro beta, que será restrito a testadores cadastrados. Um segundo beta, aberto ao público, é esperado para o terceiro trimestre. Por enquanto, sabe-se muito pouco sobre as novidades que estarão no Office 2010. Estas são seis coisas que já foram divulgadas oficialmente:
O Office 2010 terá versões de 32 e 64 bits.
Vai rodar em Windows XP SP3, Vista e Windows 7.
As exigências de hardware serão as mesmas do Office 2007.
A faixa de controle encontrada em aplicativos como Word e Excel 2007 será implantada também em outros componentes do pacote, como OneNote e Outlook.
Haverá uma edição em forma de serviço na web, no estilo do Google Docs. Terá versões reduzidas dos aplicativos Word, Excel, PowerPoint e OneNote.
O Groove passa a se chamar SharePoint Workspace e será incluído em algumas edições do Office.
Para quem não se lembra, Groove é o software de colaboração que a Microsoft adquiriu em 2005 junto com a Groove Networks, empresa fundada por Ray Ozzie. Conhecido por ter criado o Lotus Notes, Ozzie é, hoje, o arquiteto chefe de software da Microsoft, cargo que já foi de Bill Gates.


Veja o que há de novo no Office 2010



Excel 2010: o menu Office foi redesenhado e passou a incluir mais informações


Instalamos o pacote da Microsoft, que já circula nas redes de compartilhamento de arquivos.
O primeiro beta do Office 2010 vem sendo testado internamente na Microsoft. Pelo que se sabe, só deve começar a ser distribuído oficialmente para teste externo em julho. Cópias do software apareceram nos últimos dias nas redes de compartilhamento de arquivos. Instalamos uma delas no INFOLAB. Apesar de ser um beta, o software parece estar bastante estável. As novidades funcionais em relação ao Office 2007 são poucas. Mas há mudanças na interface com o usuário.
A faixa de opções encontrada no Word, no Excel e no PowerPoint 2007 está, agora, presente também nos outros componentes do pacote. Além disso, o botão Office passa a ter o formato de uma aba retangular. Quando acionado, ele esconde o documento aberto (se houver algum) e mostra um novo menu Office. Além dos habituais comandos para abrir, salvar e imprimir o arquivo, esse menu fornece informações sobre segurança, formato de gravação e permissões de acesso. Há também uma visualização prévia do arquivo. Esse menu ainda inclui as informações que antes, ficavam na opção Ajuda/Sobre.
O menu Office ficou mais bem organizado e informativo com as mudanças. Mas muita gente vai achar que há coisas demais nele, o que pode causar confusão. Outra alteração é que, agora, cada aplicativo tem uma cor de fundo diferente. A do Excel, por exemplo, é verde, a do Word é azul e a do OneNote é rosa (ou violeta).
O pacote também terá uma opção de upgrade chamada Office Anytime Upgrade. Quem comprar uma edição básica do Office poderá usá-la para, pagando um valor extra, passar a uma mais completa. É o mesmo sistema que a Microsoft tentou usar no Windows Vista (sem muito sucesso) e que, agora, deve oferecer também para o Windows 7. Tentei acionar esse recurso na cópia do Office 2010 que instalamos e ele não funcionou, o que era esperado, já que se trata de um beta ainda inicial.


Kumo é a arma da Microsoft contra o Google



Kumo: os resultados da busca são divididos em categorias, que são listadas num menu para rápido acesso
O mecanismo de busca, que vai substituir o atual Live Search, deve ser apresentado na próxima semana.
Como já comentei neste blog, o Kumo vem sendo testado internamente na Microsoft. Ele usa a tecnologia desenvolvida pela Powerset, empresa que foi adquirida pela Microsoft no ano passado. Também usa software livre em seus servidores. Embora isso não tenha sido confirmado pela turma de Redmond, há expectativa de que o Kumo seja oficialmente revelado na próxima semana, durante o evento D: All Things Digital, que vai acontecer na Califórnia. É provável que a Microsoft também anuncie o nome definitivo do serviço, que poderá ser Live Search, Kumo ou algum outro.
Pelo que sabemos até agora, o Kumo tem, como principal atrativo, o fato de categorizar os resultados das buscas, permitindo que o usuário encontre o que lhe interessa mais facilmente. A página com os links encontrados é dividida em seções, cada uma com um tipo de conteúdo.
A imagem acima é parte de uma tela que tem circulado pela web. Ela mostra o resultado de uma pesquisa no Kumo com o nome da cantora Taylor Swift. Logo no alto da página, aparecem fotos da artista encontradas na busca. Depois, vem uma seção com resultados gerais da web, começando pelo verbete correspondente na Wikipedia. Em seguida, há seções dedicadas a canções de Taylor Swift, letras de músicas, biografia da artista, áudio, álbuns e vídeos.
Esses itens também estão no menu na coluna esquerda da página. Assim, é possível clicar num deles para ver só os resultados correspondentes. A divisão está longe de ser perfeita. Nomes como músicas, canções e letras de músicas podem estar se referindo ao mesmo conteúdo ou não. Há alguma margem para confusão aí. Mesmo assim, essa maneira de organizar os resultados das buscas parece ser um avanço muito bem vindo.
Até agora, a Microsoft tem apanhado duramente do Google no mercado de busca na web. Dados da Nielsen Online publicados pela imprensa americana indicam que, nos Estados Unidos, o Google tem 64% do mercado. O Yahoo! tem 16%, e, a Microsoft, pouco menos de 10%. Como se sabe, é na veiculação de anúncios associados a buscas que está a maior fonte de receitas na web. Foi esse modelo de negócios que fez a riqueza do Google. Isso explica por que a Microsoft investe tanto nessa área. O Kumo é mais uma tentativa de contra-ataque.
É difícil prever se o Kumo vai mesmo melhorar a posição da Microsoft nesse mercado. É certo que o Google e o Yahoo! também terão novidades em seus serviços de busca. Na semana passada, em seu evento Searchealogy 2009, o Google apresentou novas maneiras de filtrar resultados de buscas. Executivos do Yahoo! fizeram o mesmo num encontro da empresa nesta semana. Assim, a competição promete ser acirrada. E, da mesma maneira que a Microsoft leva vantagem na área de software para micros por ter uma posição dominante nesse mercado, quem larga na frente na web é o Google.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

MS cria SDK para Azure suportar PHP



SÃO PAULO - Programadores que desenvolvem soluções usando a linguagem PHP poderão explorar um aplicativo de desenvolvimento (SDK) criado pela Microsoft que fará a ponte entre a linguagem e o vindouro Windows Azure.
O Azure é uma versão do Windows que rodará na nuvem, remotamente. Assim, será possível usar o Windows como seu sistema operacional em qualquer PC com conexão à internet e explorar online aplicativos como versões simplificadas do Word e Excel, por exemplo, sem instalar nada na máquina. Nem mesmo Windows.
Como parte do esforço para tornar o Windows Azure atraente para o maior número de aplicativos, a Microsoft apresentou no evento TechEd, na Índia, um SDK para PHP. Assim, será possível desenvolver aplicações PHP usando software e serviços da Microsoft na nuvem. O Azure também suportará os padrões XML, REST e SOAP.
Para facilitar a interoperabilidade entre o Azure e tecnologias “não-Microsoft”, a companhia também mantém os projetos Java SDK para .NET Services e o Ruby SDK para Microsoft.NET.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Windows Mobile 6.5 está pronto


SÃO PAULO – O Twitter do Windows Mobile Dev Team informa: a versão 6.5 do sistema operacional da Microsoft para celulares ficou pronta. “Em nossa modesta opinião, o programa está realmente bonito e totalmente funcional em cada bit”, diz a postagem no microblog.
A imagem acima está circulando pela internet como a versão final do sistema, com uma interface mais intuitiva e botões grandes. A foto é parecida com o que já havíamos divulgado por aqui em janeiro.
Algumas funcionalidades do novo programa foram apresentadas semana passada, durante o evento TechEd 2009, realizado em Los Angeles, no Estados Unidos, numa sessão voltada exclusivamente para desenvolvedores e profissionais de TI.
O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou no começo do ano que aparelhos rodando o sistema operacional estariam disponíveis somente no segundo semestre de 2009. Espera-se que, entre suas novidades, estejam uma interface gráfica mais amigável para comandos com o toque do dedo, um navegador renovado e uma loja Windows para plataformas móveis, a exemplo da App Store, da Apple.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O mundo se rende à brasileira Lua

Apesar de não ser tão famosa como seus “concorrentes” Ruby, PHP e Java, a criação brasileira possui uma reputação muito boa entre desenvolvedores de todo o mundo

O que há em comum entre jogos dos mais avançados da atualidade, os set-up boxes de TV digital, o Adobe Photoshop Lightroom e a Wireshark, ferramenta de análise de rede muito usada em data centers? A resposta é um belo tempero brasileiro: a linguagem Lua, desenvolvida por três professores da PUC-RJ há 16 anos. Apesar de não ser tão famosa como seus “concorrentes” Ruby, PHP e Java, a criação brasileira possui uma reputação muito boa entre desenvolvedores de todo o mundo e tem como principais destaques o código extremamente simples e a sua portabilidade.De acordo com Roberto Ierusalimschy, professor associado do departamento de informática da PUC-RJ, a Lua surgiu sem nenhuma pretensão, dentro do TecGraf, grupo de tecnologia formado numa parceria entre a PUC-RJ e a Petrobras. Ela foi criada a partir da necessidade de integração de duas outras linguagens, a SOL (Simple Object Language) e a Del (Data-entry language). Ambas eram usadas em projetos de engenharia da Petrobras.
“Começamos com dois grupos de seis pessoas que estavam utilizando a Lua, que nem tinha versão 1.0 ainda. Publicamos um artigo numa revista voltada a desenvolvedores. Na época, em 1997, a Lucas Arts não estava contente com a Scum, usada para o desenvolvimento de games. Foi então que Tim Schafer, criador do game Grim Fandango, leu o artigo e resolveu desenvolver o jogo usando Lua. Foi nossa primeira grande aparição mundial”, afirma Ierusalimschy. O mundo dos gamesO Grim Fandango foi lançado em 1998 e foi um dos grandes sucessos da época. A partir daí, a Lua passou a estar presente em jogos dos mais avançados. Ela é muito eficiente para criar roteiros dos games, servindo como base para a C++, que entra no design mais avançado. Só para ter uma ideia da lista de games “Power by Lua”: World of Warcraft, GTA IV, Crysis e Street Fighter 4. “O problema é que a competição tecnológica entre as empresas que desenvolvem os games é muito grande. Pelo nosso acordo de licença, basta às empresas citarem que utilizam a linguagem, mas não efetivamente onde estão usando”, diz o professor.
A portabilidade é uma das principais vantagens da Lua. De acordo com Ierusalimschy, a linguagem não roda apenas em diferentes sistemas operacionais, mas também em dispositivos de todos os tipos, mesmo no hardware mais simples. “Ela pode rodar em um chip de um micro-ondas, ou um que controle robôs, passando por consoles de videogames e até computadores de alta capacidade”, afirma o criador da linguagem.
Tv Digital
Outra utilização da Lua que deve ganhar fama em breve é no Ginga, middleware que será usado nos setup-box de TV digital. Lá for a, decodificadores da Verizon e da Voodoo são equipados com a linguagem brasileira. Já o Sistema Brasileiro de TV digital deve ter opções de sistemas rodando em Java e em Lua. Segundo o professor, a Lua é mais indicada para equipamentos menos sofisticados, e por isso com um preço mais baixo. O Java seria a melhor opção para aplicações mais robustas, com interação entre o sinal da TV e a internet. “Para programas mais complexos, acima de 500 mil linhas de código, é mais indicado usar o Java, que é uma linguagem mais robusta”, diz Ierusalimschy.
Simples de aprender
O professor conclui ressaltando a simplicidade de se trabalhar com a Lua, que é baseada numa arquitetura modular: um núcleo que acessa informações de bibliotecas básicas. Segundo ele, qualquer programador com um nível bom aprende rapidamente como trabalhar com a linguagem. O primeiro livro sobre Lua só foi publicado em 2003. Até então, os profissionais baixavam o código puro e usavam apenas o manual. Hoje há uma série de publicações que fala sobre Lua, incluindo um livro de mil páginas sobre o uso da linguagem no World of Warcraft. “Estamos na versão 5.1 da Lua, que ganha atualizações de três em três anos. Até o final do ano pretendemos anunciar a versão 5.2”, conclui Ierusalimschy.

Curso técnico garante emprego a 72% dos alunos

MEC divulga pesquisa realizada junto a 2.657 ex-alunos de 130 instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
Em um cenário onde a taxa de desemprego está em 9%, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas, uma das saídas pode ser fazer um curso em uma das escolas técnicas federais. Isso porque a taxa de empregabilidade daqueles que fizeram alguns desses cursos entre 2003 e 2007 é de 72%. Desses, 65% trabalham em sua área de formação. O número fica ainda maior quando são avaliados apenas os trabalhadores do sexo masculino. Neste caso, o número chega a 71%. Esses e outros dados constam na pesquisa inédita feita pelo Ministério da Educação junto a 2.657 ex-alunos de 130 instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A alta absorção dos técnicos, por exemplo, é acompanhada de outras boas notícias: 86% dos ex-alunos estão satisfeitos ou muito satisfeitos com a carreira.
O salário também ajuda, já que 59% dos entrevistados consideram que recebem a média salarial compatível com o mercado e 11% julgam receber quantias maiores que a média. As diferenças são maiores entre os sexos. Apenas 6% das mulheres que fizeram curso técnico acreditam receber mais que a média do mercado. Com os homens, é mais que o dobro: 14%. Já entre os que confirmam receber menos que a média, os homens são minoria, 26%. Entre as mulheres a porcentagem é 37%. As diferenças regionais são poucas. No nordeste, 38% dos técnicos afirmam que seus salários estão abaixo da média, enquanto que no sudeste esse número é apenas 20%.
A qualidade do emprego também é grande. Dos entrevistados, 59% têm a carteira de trabalho assinada pelo atual empregador, 14% são funcionários públicos concursados e 3% são donos de negócio. Outro fator positivo constatado pela pesquisa é interação das escolas técnicas federais com o arranjo produtivo local das escolas. Prova disso é que 74% dos egressos trabalham em locais distantes até 50 quilômetros dos centros técnicos que freqüentaram.O governo federal está expandindo a sua rede de escolas técnicas que formam, anualmente, 40 mil técnicos e são agora chamadas de Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia (Ifets). Hoje, o país tem 215 unidades e até 2010 irá concluir as obras de outras 139. O sistema parece estar funcionando já que 87% dos ex-alunos das escolas técnicas afirmam que o curso foi bom ou ótimo. Apenas 1% considerou ruim e ninguém o classificou como péssimo.

Aplicativo diz se seu PC suporta Windows 7



SÃO PAULO - Um aplicativo da Microsoft permite checar se seu computador e os periféricos instalados nele – como scanner, impressora, teclado e mouse – são compatíveis com Windows 7.
De modo geral, qualquer PC capaz de rodar Windows Vista pode funcionar com o Windows 7. No entanto, como a Microsoft pretende atrair usuários do XP para o novíssimo Windows, liberou um programa que avalia os recursos do computador e diz se ele suportará ou não o Windows 7.
Entre os requisitos mínimos está possuir drive de DVD e 1 GB de RAM.
O programa verifica ainda seu os equipamentos instalados no PC, como uma impressora, por exemplo, serão suportados pelo Windows 7. Para isso, evidentemente, é preciso ter este equipamento instalado e plugado no PC no momento da verificação.
Segundo a Microsoft, os dados de configuração recolhidos de seu computador não serão armazenados ou usados pela companhia.

Microsoft adota software livre para busca



Versão alfa do Kumo: a tela (não oficial) que tem circulado na web é parecida com a de outros sites de busca


O Kumo, que deve suceder o atual Live Search, usa programas de código aberto.
O Kumo é mais uma tentativa da Microsoft de desafiar o domínio do Google na área de buscas na web. Como a compra do Yahoo! não deu certo, a Microsoft agora segue por outro caminho. No ano passado, paralelamente à negociação com o Yahoo!, ela adquiriu a Powerset, companhia especializada em pesquisas na web. A tecnologia por trás do Kumo veio de lá. Ocorre que o sistema de busca da Powerset depende bastante de software livre. Ele emprega algumas tecnologias da própria Powerset e outras licenciadas do Palo Alto Research Center, uma subsidiária da Xerox. Esse núcleo de tecnologias proprietárias forma o que a Powerset vinha chamando de "molho secreto" do mecanismo de busca. Mas o molho secreto trabalha sobre software livre.
Na base de tudo está o Hadoop, framework para aplicações distribuídas que fazem uso intenso de base de dados. Criado pela turma do Apache, o Hadoop é puro código aberto. Sobre ele, a Powerset desenvolveu o HBase, sistema de armazenamento de dados distribuído similar ao BigTable, do Google. O HBase também é software livre. Seu desenvolvimento vinha sendo liderado por Michael Stack e Jim Kellerman, fundadores da Powerset. Quando a empresa foi comprada, os dois se afastaram do grupo de desenvolvedores. Poucas semanas depois, porém, Kellerman anunciou que eles haviam sido liberados pela Microsoft para continuar com o projeto de código aberto.
Vale lembrar que a Microsoft já atacou ferozmente o software livre no passado. Quando comprou o Hotmail, em 1997, esse serviço de webmail funcionava com servidores FreeBSD. A Microsoft tratou de substituí-los por servidores Windows assim que possível. Em 2001, Steve Ballmer chegou a dizer que o código aberto era um câncer para a indústria de software. Agora, parece que mudou de idéia.
A Microsoft não disse, oficialmente, quando vai estrear o novo mecanismo de busca. Tem circulado na web a data de 2 de junho. O nome também não é oficial. Em princípio, é só um codinome de desenvolvimento, que pode se tornar definitivo ou não. A palavra kumo tem dois significados em japonês: aranha e nuvem. As duas palavras são escritas de forma diferente em ideogramas kanji, mas ficam iguais quando transliteradas para o alfabeto latino. De qualquer modo, os dois significados parecem apropriados para um mecanismo de busca na web.

Programa de start-ups da Microsoft chega a 12 mil empresas

De acordo com Don Dodge, responsável pelo BizPark, Brasil é um dos países com maior número de empresas inscritas
O BizSpark, programa de incentivo a start-ups da Microsoft, atraiu mais de 12 mil empresas nos seus seis primeiros meses de existência. Além de prestar consultoria para microempresas em início de vida, o BizSpark fica responsável por parte da infraestrutura de tecnologia. A Microsoft oferece a preços simbólicos um pacote de software que inclui Visual Studio, Ferramentas de desenvolvimento, Windows Server, SQL Server, SharePoint, entre outros.O BizSpark conta com uma rede de 1,3 mil parceiros em 82 países. No Brasil, um dos parceiros é o Senac São Paulo, que oferece as facildades do programa diretamente a start-ups brasileiras.
“BizSpark é um programa global. Obviamente que a maior fonte de iniciantes são os Estados Unidos, mas o Brasil, Rússia, Índia e China também são responsáveis por dar apoio a muitas empresas”, afirma Don Dodge, responsável pelo programa, no blog da Microsoft.As empresas candidatas a aderirem ao BizPark devem ter, no máximo, três anos de existência e faturamento anual de até 1 milhão de dólares. O programa dura três anos e, após o vencimento do período, as start-ups terão o direito à licença dos programas que estão utilizando por um valor simbólico de 100 dólares.Start-ups brasileiras interessadas em mais informações sobre o BizPark devem acessar o site do programa e verificar quais são os parceiros da Microsoft no Brasil.

Windows exibe recurso para transferir dados



SÃO PAULO - Uma das novidades do Windows 7, o recurso Easy Transfer, permitirá a usuários automatizar a transferência de dados, configurações pessoais e contas em serviços de internet.
Segundo a Microsoft, o serviço foi criado a partir de pedidos de usuários do Vista. A ideia é permitir que, ao comprar um novo PC, o usuário consiga transferir todos seus dados de forma rápida de automática.
Existem três formas comuns de transferir dados de um PC para outro, via rede, cabo de transferência ou com o uso de um HD externo. A ideia é que o aplicativo Easy Transfer leia todos os arquivos disponíveis na máquina antiga e os liste numa interface. O usuário, então, seleciona quais deseja copiar no HD Externo ou num diretório de rede.
O Easy Transfer permite ainda a transferência de configurações pessoais de um PC para outro e faz isso preservando os perfis de cada usuário. Esta característica é útil, por exemplo, para máquinas usadas por duas ou três pessoas da mesma casa.
Assim, um usuário pode transferir seus dados e configurações para o novo PC e organizá-los de modo que só sejam carregados por ele mesmo. Do mesmo modo, outros usuários podem fazer o mesmo, criando perfis dentro do novo computador.
O link para baixar o Windows 7 RC1, que já contém o Easy Transfer, está disponível no Donwload INFO.

Saiba quais chips não suportarão ´modo XP´


SÃO PAULO - Um dos recursos mais comemorados do Windows 7, o “modo XP”, não poderá ser desfrutado por todos os usuários.
Um trunfo da Microsoft para incentivar a migração ao novo sistema, principalmente entre empresas, o modo XP rodará apenas em máquinas que tenham chips com suporte a tecnologias de virtualização.
Isso restringirá o recurso a processadores com suporte às tecnologia Intel Virtualization Technology (Intel VT) e AMD Virtualization (AMD-V).
As duas empresas já se manifestaram sobre o assunto. No caso da Intel, alguns processadores mais antigos das linhas Core 2 Duo, Core 2 Quad, Pentium 4 e Pentium D ficam de fora da lista.
Já no caso da AMD, o único chip da marca que está à venda atualmente e não traz a tecnologia embarcada é o Sempron, mas outros modelos antigos não têm suporte à tecnologia.
É o caso dos chips Turion K8 Rev E, para notebooks, e dos chips anteriores a Rev F Athlon, para desktops. Todos os demais chips suportam o “modo XP”, segundo a empresa.
No caso dos processadores Opteron, para servidores, todos os modelos a partir do Rev F incluem a tecnologia AMD-V.
Para verificar se um determinado chip suporta ou não o “modo XP” é necessário checar suas especificações e verificar a presença das tecnologias de virtualização.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Update do Windows 7 exige formatar PC



SÃO PAULO - Usuários da primeira versão beta do Windows 7 que desejem instalar o Release Candidate do novo sistema operacional deverão formatar o PC antes de executar o RC1.
A informação foi divulgada pelo engenheiro Brandon Le Blanc, em blog do Windows. Segundo Le Blanc, alguns usuários do Windows 7 beta que instalaram o RC 1 por cima reportaram problemas de funcionamento no sistema operacional.
Le Blanc explica que, por ambas versões serem um beta, é mais prudente formatar o PC na hora de instalar o novo sistema operacional. Assim, quem baixar o Windows 7 deve queimar um DVD com o conteúdo.
O RC1 funcionará normalmente no PC do usuário até março de 2010. A partir desta data e até o final de junho/10, o Windows 7 funcionará de modo limitado. Um engine emitirá alertas de que o usuário deve comprar uma licença Windows ou então sua máquina será reiniciada a cada duas horas.
Para baixar o Windows 7, vá ao Donwload INFO.


quinta-feira, 7 de maio de 2009

Windows 7 RC antecipado contém malware

SÃO PAULO – Algumas cópias do Windows 7 RC disponíveis em sites de compartilhamento contêm um cavalo de troia, dizem usuários.
O Windows 7 RC só estará disponível para download público oficial, no site da Microsoft, nesta terça-feira, 5/5. No dia 30/4, o produto também passou a ser distribuído para assinantes do serviço MSDN. No entanto, há cerca de duas semanas é possível baixar cópias dessa versão preliminar em sites P2P.
Agora, usuários informam que algumas dessas cópias “antecipadas” contêm programas maliciosos. Um desses usuários é Frank Fontaine, da Grã-Bretanha. Numa discussão no fórum Neowin.net, ele diz que o arquivo Setup.exe, instalador do sistema, “parece ser um executável de autoextração. Há dois arquivos nele, Setup.exe e codec.exe”.
O segundo arquivo, conta Fontaine, foi identificado pelo antivírus Avast! como sendo um cavalo de troia genérico. O usuário ainda acrescenta: “Não posso garantir que esse vírus está presente em todas as versões vazadas, mas parece estar em muitas delas”.
No fórum, outro usuário pergunta: “Não seria um falso positivo?” Fontaine retruca: “Não, posso assegurar que não é um falso positivo. Você não pode abrir o verdadeiro Setup.exe no Winrar”. Há vários outros testemunhos de usuários que confirmam ter encontrado um cavalo de troia em cópia do Windows 7 RC baixada na internet.
A Microsoft confirma que o Windows RC estará disponível em seu site de 5 de maio até julho. Essa versão terá validade até junho de 2010. Ainda não há data definida para o lançamento da versão final do produto, mas a empresa diz que não deverá passar de três anos, contando-se do Windows Vista, que chegou às lojas em janeiro de 2007.
Especula-se que o sistema deverá chegar ao varejo o mais tardar em janeiro de 2010. No entanto, há fortes rumores de que poderá sair antes do fim deste ano.

terça-feira, 5 de maio de 2009

AutoRun muda no Windows 7 para afastar malware


As mudanças correspondem a uma resposta direta aos ataques do Conficker, que se propaga, entre outras formas, por meio do mecanismo de AutoRun (Reprodução Automática) em pen drives

SÃO PAULO – A Microsoft anunciou em seu blog de segurança alterações importantes no comportamento do AutoRun do Windows 7.As mudanças correspondem a uma resposta direta aos ataques do Conficker, que se propaga, entre outras formas, por meio do mecanismo de AutoRun (Reprodução Automática) em pen drives. Além disso, segundo a Microsoft, a categoria de malware capaz de se propagar via AutoRun respondeu por 17,7% das infecções no segundo semestre de 2008.Antes de descrever as mudanças, o blog preocupa-se em distinguir AutoRun e AutoPlay. Segundo Damian Hasse, que assina a nota, o AutoRun é usado para iniciar programas automaticamente quando um CD ou outra mídia é conectada ao computador. Já o AutoPlay é um recurso que permite ao usuário especificar qual programa entra em ação quando se insere um tipo de mídia, como CD ou DVD de fotos.

Ou seja, o AutoRun permite a execução de programas durante a inicialização da mídia. O AutoPlay (Reprodução Automática) refere-se à caixa de diálogo com as opções oferecidas ao usuário, como executar instalação, abrir pasta para exibir arquivos, tocar CD de áudio etc.As duas mudanças que já estão no Windows 7 são as seguintes:

1. O AutoPlay não mais dará suporte ao AutoRun no caso de mídias não-ópticas. Ou seja, o AutoPlay continuará disponível para CDs e DVDs, porém não mais para drives USB. Se um pen drive for conectado ao micro, não haverá chance de um malware se apresentar como opção na caixa de diálogo AutoPlay, levando o usuário a executá-lo.

2. A própria caixa de diálogo também sofreu alterações. No Windows 7, opção para abrir arquivo destaca que o executável está na mídia externa.

O texto do blog alerta ainda para os drives USB que se comportam como se fossem unidades de CD. Nesse caso, o Windows 7 tratará o volume como um CD/DVD. Essas mudanças já estão implementadas no Windows 7 RC, disponível para assinantes do MSDN desde 30/4, e que também aberto para download público a partir desta terça-feira, 5/5


Windows 7 estreia em outubro, diz Acer

Acer vai instalar Windows 7 neste desktop

SÃO PAULO - O diretor de marketing da Acer na Ásia, Bobby Watkins, declarou que a integradora vai vender máquinas com Windows 7 já em outubro deste ano.
Watkins deu a declaração ao blog Pocket-lint.com. Segundo o executivo, o desktop Acer Z5600 PC chegará às lojas dos principais mercados no dia 23 de outubro já com Windows 7 instalado.

Quem comprar máquinas da Acer até 30 dias antes da estreia do Windows 7, poderá pedir o upgrade de sistema operacional sem pagar nada mais por isso.
A informação da Acer não foi confirmada pela Microsoft que sustenta como data de estreia de seu novo sistema operacional o mês de janeiro de 2010.
A Microsoft, no entanto, poderia iniciar as vendas do Windows 7 em algum mês deste ano, a fim de aproveitar o período de compras de Natal.
Os rumores em torno de uma estreia em outubro do Windows 7 aumentaram após a boa recepção do release candidate do sistema operacional, entregue a integradores em 30 de maio. Beta testers poderão baixar o RC1 do Windows 7 a partir do dia 5 de maio, terça-feira.

sábado, 2 de maio de 2009

Microsoft busca engenheiro para Windows 8


Replicação de dados no Windows Server: o recurso deverá estar também no Windows 8
Um anúncio de emprego antecipa características do sucessor do Windows 7.
Publicado na seção de empregos do site da Microsoft, o anúncio procura recrutar um engenheiro de software para liderar os testes de uma futura versão do DFSR, um componente que deverá estar no Windows 8. A versão atual do DFSR (Distributed File System Replication) é usada para replicar dados no Windows Server 2008. É um recurso usado principalmente por empresas que possuem filiais ou escritórios remotos. O DFSR também transfere dados no Windows Live Messenger e no Espaço de Reunião do Windows Vista.
Sabemos que o sucessor do Windows 7, previsto para 2012, já vem sendo planejado pela Microsoft. O anúncio de emprego sugere que o DFSR terá um papel importante no futuro sistema operacional. O texto também antecipa, ainda que vagamente, alguns recursos que poderão ser incluídos nele: "Para a futura versão do Windows, estamos trabalhando em novos recursos importantes, incluindo suporte a clusters e replicação de dados unidirecional. O mecanismo central também está sendo retrabalhado para que tenha melhor desempenho. Em breve, vamos começar a aperfeiçoar o software para o Windows 8. Vamos incluir recursos inovadores que vão revolucionar o acesso a arquivos em escritórios remotos", diz o texto.
É difícil imaginar o que pode ser tão revolucionário assim. Mas o fato é que o cenário atual de computação distribuída e em nuvem exige mecanismos de sincronização de dados mais elaborados. Isso vale para o usuário individual que quer sincronizar sua lista de sites favoritos com um serviço online. E vale também para a empresa que precisa ter cópias idênticas de um banco de dados em diferentes lugares. Quanto ao emprego, quem quiser se candidatar deve ter mestrado ou bacharelado em ciência da computação, além de cinco anos de experiência. Interessa?

XP Virtual só vai rodar em PC poderoso



SÃO PAULO - A Microsoft revelou novos detalhes sobre o modo virtual do XP, que vai acompanhar algumas versões do Windows 7.
O modo virtual, baseado na tecnologia Windows Virtual PC, permitirá rodar o Windows XP dentro do Windows 7. A razão deste recurso é atrair pequenas empresas que temem ver seus aplicativos antigos serem rejeitados, por incompatibilidade, com o novo Windows.
A companhia explica, no entanto, que será necessária uma configuração mínima para rodar o Virtual PC. A máquina deverá ter ao menos 2 GB de RAM e seu processador AMD ou Intel deverá suportar cálculos para plataformas virtualizadas.
Quem comprar uma licença do Windows 7 das distribuições Ultimate e Professional poderá baixar sem pagar nada a mais o aplicativo “Virtual XP” e instalá-lo em sua máquina.
Nos próximos dias, a companhia deve liberar para download o Release Candidate do Windows 7 e, provavelmente, o programa para virtualizar o XP.

Download oficial do Windows 7 RC começa hoje


SÃO PAULO - Desenvolvedores e profissionais de TI serão os primeiros receber a nova versão.
Nesta primeira fase, o Windows 7 RC (build 7100) será entregue a desenvolvedores e profissionais de TI assinantes dos serviços MSDN e TechNet, da Microsoft. No próximo dia 5, deve ser liberado o download para o público geral. Na semana passada, o software já havia vazado nas redes de troca de arquivos P2P. Agora, começa o download oficial. A expectativa é que o sistema fique pronto na metade do segundo semestre e comece a ser entregue a fabricantes de PCs ainda neste ano.
Entre as novidades do Windows 7 está uma reforma geral na interface gráfica. Agora, o usuário pode baixar temas da web para alterar a aparência do sistema. A Barra de Tarefas fundiu-se com a Barra de Início Rápido e ficou mais parecida com o Dock do Mac OS. Já a Barra Lateral morreu. Agora, os gadgets ficam em qualquer lugar da tela. Também ganharam ajustes de tamanho e opacidade.
O sistema de busca foi ampliado no Windows 7. Além de procurar arquivos em seu próprio micro, o usuário pode usar os campos de busca do Windows Explorer e o do menu Iniciar para fazer pesquisas na web e na rede corporativa. O sistema operacional também traz novas pastas virtuais chamadas bibliotecas. Elas reúnem conteúdo de determinado tipo (como fotos ou músicas) que pode estar armazenado em lugares dispersos.
Entre os aplicativos, há uma nova interface no Paint e no WordPad, que ganharam controles no estilo do Office 2007. Já o Windows Media Player 12 vai permitir transmitir músicas via internet. Com a ajuda de um serviço no Windows Live, o usuário monta uma espécie de rádio online particular para ouvir suas músicas via web. O novo Modo XP permite rodar aplicativos incompatíveis com o Windows 7.

RC do Windows 7 durará mais que os do Vista



SÃO PAULO – O Release Candidate (RC) do Windows 7 terá uso liberado por 13 meses, segundo a Microsoft.
O período anunciado é cinco meses superior ao prazo concedido para os testes do RC1 e RC2 do Windows Vista – correspondente a oito meses. E também será mais duradouro que o beta do próprio Windows 7, que fora lançado em janeiro de 2009 e expira em agosto deste ano.
Desde ontem (30), desenvolvedores e profissionais de TI assinantes dos serviços MSDN e TechNet, da Microsoft, já podem fazer o download oficial do Release Candidate. O público geral poderá baixar o software partir do dia 5 de maio, terça-feira.
Semana passada, já era possível encontrar o RC em redes P2P, porém, como é de praxe, não há a certeza de que não haja nenhum programa danoso na versão não-oficial.
O beta do Windows 7 foi lançado em janeiro de 2009 e expira em agosto deste ano.
Ouça o Podcast: O que muda no RC do Windows 7

Microsoft libera SP2 do Office 2007



SÃO PAULO - A Microsoft liberou para download o segundo Service Pack para a suíte de produtividade Office 2007.
O pacote traz atualizações de segurança, melhorias na performance de alguns aplicativos – como o Outlook – e suporte aos formatos ODF e PDF. Antes, para abrir PDFs, o usuário tinha que instalar um plugin nos aplicativos da suíte.
O suporte ao padrão Open XML, desenvolvido pela própria Microsoft e aprovado pela organização internacional de padrões ISO, não é suportado nessa versão.
O OOXML só será suportado nativamente a partir do Office 14, versão que deve chegar ao varejo em meados de 2010.
No pacote liberado nesta terça (28), a Microsoft fez modificações no modo como os programas do Office exibem imagens gráficas, afim de tornar os aplicativos mais rápidos. O programa mais impactado pelas mudanças, diz a Microsoft, foi o Outlook que agora pode ser aberto e fechado de forma até 30% mais veloz, calcula a companhia.
Baixe o Service Pack 2 do Office 2007 no Download INFO.

Trave as gravações no pen drive

Leve dois arquivos no dispositivo para travar e liberar a gravação de dados sempre que necessário Vai colocar o pen drive numa máquina não confiável? É recomendável travar o disco USB para gravação antes disso. A forma mais fácil de fazer isso é mexer no registo do Windows no PC que receberá o pen drive. Abra o bloco de notas e grave o seguinte texto com o nome de arquivo TravaPenDrive.reg:REGEDIT4[HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\ControlStorageDevicePolicies]“WriteProtect”=adword:00000001Depois, crie outro arquivo, como o nome DestravaPenDrive.reg, e o texto:REGEDIT4[HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\ControlStorageDevicePolicies]“WriteProtect”=adword:00000000Leve os dois arquivos no pen drive. Basta clicar duas vezes no primeiro para bloquear a escrita no dispositivo. Fazendo o mesmo no segundo arquivo, a gravação é liberada. Lembre-se que é preciso reiniciar o computador toda vez que uma dessas operações é executada. Claro que essa rotina de travamento não impede que, no futuro, algum vírus esperto possa remover o bloqueio antes de infectar o pen drive. Uma forma de se prevenir contra esse tipo de ataque é usar um cartão SD e seu respectivoo leitor como pen drive. Esses cartões contam com uma chave para bloquear a gravação com hardware, algo muito mais difícil de ser driblado por um vírus

Backup fácil com a ajuda do pen drive


Com o freeware SyncToy, da Microsoft, é tarefa simples sincronizar pastas entre o PC e o dispositivo móvel Se o pen drive é ferramenta de trabalho remoto, é importante manter uma cópia dos documentos e arquivos de uso diário nele. A solução mais prática para isso é usar um utilitário de sincronia para manter as últimas versões dos arquivos tanto no PC quanto no pen drive. Uma opção é o SyncToy, um freeware da Microsoft. Comece instalando o SyncToy e plugue o pen drive. Clique, então, em Create New Folder Pair. Selecione as pastas que serão sincronizadas no HD do micro e no pen drive. Escolha um nome para esse par de pastas e clique em Run para fazer a transferência dos dados.

Pen drive vira chave mestra para PC


É possível configurar o sistema para ser destravado somente quando um dispositivo USB estiver plugado O pen drive pode ser usado como uma chave para destravar o computador. O sistema operacional só será carregado se o disco USB estiver plugado. Uma forma de fazer isso é usando o software TrueCrypt. Rode o programa, que deve estar instalado no HD e não no pen drive. Acesse System > Encrypt System Partition/Drive. Será preciso fornecer uma senha e ter o pen drive conectado (contendo o arquivo indicado na tela do programa) para acessar o Windows. Para remover essa proteção, acesse, no TrueCrypt, System > Permanently Decrypt System Partition/Drive. Um aviso importante: se você esquecer a senha ou perder o pen drive, o conteúdo cifrado não poderá ser recuperado. Será necessário formatar o disco.